O Grupo Casais assinalou, no dia 29 de setembro de 2026, o lançamento da primeira pedra de um novo projeto habitacional composto por 75 fogos destinados a Arrendamento Acessível, a edificar no Lugar de Mataduços, em Guimarães, Portugal. A cerimónia marcou o arranque oficial no terreno desta empreitada inserida no âmbito do “1.º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação”.
A obra, a cargo da Casais Construction, tem um prazo de execução previsto de 359 dias. O novo edifício desenvolve-se ao longo de cinco pisos e é composto por 75 frações concebidas segundo princípios de modularidade, distribuindo-se por 34 unidades T1, 30 unidades T2, 10 unidades T3 e uma unidade T4. Pensado para ter um impacto direto na qualidade de vida das famílias, o projeto assegura espaços amplos, beneficiando todas as habitações de iluminação e ventilação naturais, bem como de um lugar de estacionamento privativo por fração. No interior, as unidades partilharão acabamentos duráveis, destacando-se os tetos em betão à vista com vigas de madeira, integrando as zonas de cozinha, refeições e sala.
“Este projeto em Guimarães reflete na perfeição a nossa visão de que é possível construir melhor e de forma mais célere, focando sempre no bem-estar das pessoas, no nosso propósito ‘Well Built for Well Living'”, destaca António Carlos Rodrigues, CEO do Grupo Casais. “A adoção de uma estrutura híbrida e da pré-fabricação off-site não só nos permite ser mais eficientes, como reduz significativamente a nossa pegada carbónica. Estamos muito orgulhosos por contribuir para o aumento da oferta de habitação a custos acessíveis em Guimarães, garantindo o máximo conforto e sustentabilidade para as famílias que aqui vão viver.”
A sustentabilidade e a inovação tecnológica são pilares estruturais no desenvolvimento desta empreitada. O Grupo Casais adotou uma estrutura híbrida de madeira e betão, uma solução que contribui para o armazenamento de carbono ao longo do ciclo de vida do edifício e permite reduzir a aplicação de betão em cerca de 40% face ao método tradicional da construção. Este processo apoia-se na pré-fabricação off-site de vários elementos, o que se traduz numa diminuição de 70% na geração de resíduos e numa redução do ruído superior a 50%, mitigando fortemente o impacto do estaleiro na malha urbana. O projeto é desenvolvido e monitorizado com recurso à metodologia BIM, permitindo um acompanhamento rigoroso do planeamento, da execução e do controlo de custos.
Alinhado com as metas de eficiência energética do PRR, o projeto detém já uma pré-avaliação LiderA com classe A e prevê a incorporação de 38,43% de materiais reciclados, com a garantia de que 50% dos materiais serão reutilizáveis no final de vida do edifício. O conforto térmico e acústico está assegurado através de isolamento contínuo, portas de segurança acústicas e caixilharia em PVC com vidro duplo.
Fotos gentilmente cedidas por ©Paulo Pacheco